Hoje
Empresas pagam cadastro e participação → a receita vai para uma plataforma privada. A prefeitura fica com o custo, sem a receita.
Hoje, as taxas que as empresas pagam para se cadastrar e participar de processos licitatórios vão para operadores privados. Com o LicitaBlock, elas vão para o cofre do seu município — num portal com a cara da prefeitura, em conformidade com a Lei 14.133/2021 e integrado ao PNCP.
Em portais genéricos e nacionais, quem lucra com as taxas das empresas é o operador privado. O município arca com a responsabilidade e a fiscalização do processo — mas não fica com um centavo da arrecadação que ele próprio gera.
Empresas pagam cadastro e participação → a receita vai para uma plataforma privada. A prefeitura fica com o custo, sem a receita.
O mesmo processo, no portal do próprio município: cada taxa arrecadada cai no cofre público, como receita própria.
Livro-razão íntegro por hash, trilha de auditoria e publicação automática no PNCP — conformidade total com a Lei 14.133.
O município define os valores no painel. Arraste e veja quanto a sua prefeitura poderia estar arrecadando.
Cada empresa paga uma taxa anual para se habilitar no portal do município.
A cada participação em um processo licitatório, uma taxa é recolhida ao cofre público.
Estimativa ilustrativa — os valores das taxas são definidos pelo próprio município no painel. Toda a arrecadação vai para o cofre público.
Brasão, cores e domínio do município. A tecnologia é do LicitaBlock; a marca é da prefeitura.
Habilitação com taxa anual — receita própria do município desde o primeiro cadastro.
Propostas, lances e mensagens em tempo real, com taxa por participação e livro-razão íntegro.
Habilitação, adjudicação e homologação — cada ato encadeado por hash e publicado no PNCP.
Coloque a licitação da sua prefeitura em um portal próprio, íntegro e com receita para o município.